Guarde seu coração, pois ele é a fonte da vida "Filho meu, dá-me o teu coração".

terça-feira, 5 de julho de 2011

DESABAFO

Amados,
diante de um artigo como este, só posso dizer que a coragem deste pastor me anima a continuar na defesa do verdaeiro Evangelho de Cristo.
Muitas pessoas pensam que se não concordarem com a união homoafetiva, podem ser  enquadradas na tal "lei da homofobia."
Mas veja: a palavra fala por si mesma( homo, do grego siginifica igual e fobia também do grego, siginifica aversão, repulsa, medo.)
Ora, como  cristãos verdadeiros, não podemos manisfestar aversão por ninguém, pois seria ferir os direitos humanos.Portanto, se você não discrimina um homossexual, pelo contrário, trata-o com respeito, não pode ser acusado de praticar homofobia.

Ótima semana a todos, sem medo de manifestar sua opinião sobre as verdades da palavra de Deus.
Fátima


O desabafo de um pastor contra a tal da "homofobia"
  
 Para a tristeza de todos aqueles que amam a Palavra de Deus e buscam viver uma vida digna de modo sóbrio, justo e piedoso, no último dia 5 de maio o STF e seus nobres juízes decidiram de modo despótico algo que a maioria da população brasileira não aceita: a idéia de que um “casal” homossexual seja visto como uma unidade familiar. Não se viu o bem comum, mas apenas o bem de um grupo que deseja se sobrepor sobre os outros como se não houvesse leis que protegessem o ser humano. As leis devem cumprir seu papel de defender os bons costumes e a integridade do ser humano e não favorecer grupos exclusivos.


Nossa palavra não é contra os homossexuais. A Igreja é contra o homossexualismo! Ninguém em sã consciência deve tratar mal um homossexual, mas deve ajudá-lo segundo as Escrituras, pois Deus fez homem e mulher, estabelecendo um parâmetro familiar entre macho e fêmea, não entre pessoas do mesmo sexo (Gn. 2:24). Reiteramos nossa posição de forma clara já que nossa submissão é a Palavra de Deus em primeiro lugar, pois “... É preciso obedecer antes a Deus do que aos homens!” (At. 5:29).


Sim, homossexualismo é pecado e desagrada a Deus, ou “Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos” (1Co. 6:9). Nossa posição é contra aqueles “que praticam imoralidade sexual e os homossexuais, para os seqüestradores, para os mentirosos e os que juram falsamente; e para todo aquele que se opõe à sã doutrina” (1Tm. 1:10). Continuaremos a ensinar o que a Bíblia diz: “Não se deite com um homem como quem deita com uma mulher; é repugnante” (Lv. 18:22). No hebraico “deitar” significa “copular, um lugar onde se dorme e geralmente de conotação sexual entre homem e mulher”. Sim, a Bíblia é clara que “Se um homem se deitar com outro homem como quem se deita com uma mulher, ambos praticaram um ato repugnante...” (Lv. 20:13).


Sim, continuaremos manifestando nossa posição e não vamos nos calar, mesmo que nos ameacem. Vamos lutar pelo nosso direito de expressão, pois acreditar no que quiser é um direito essencial a cada ser humano. A consciência é foro íntimo, inviolável, sobre o qual outros não podem legislar. Mas muitos dos defensores do homossexualismo, em nome da “diversidade” querem tornar todos iguais e calar os “radicais”, os “conservadores”, os “fundamentalistas”, querem depreciar a fé e a consciência dos que não concordam, tentando pichá-los de “ignorantes” e “fora-da-lei”. Esquecem, entretanto, que faz parte da nossa humanidade termos nossas próprias ideias, convicções e crenças. E é daqui que procede a liberdade de expressão, que consiste no direito de alguém declarar o que acredita e os motivos pelos quais acredita de determinada forma e não de outra. Nesse direito está implícito o “contraditório”, que é a liberdade de crítica e posicionamento contrário às expressões ou manifestações de outras pessoas em qualquer área da vida. A liberdade de consciência diz respeito ao que cremos, intimamente, e a liberdade de expressão é a manifestação externa dessas crenças.


A liberdade de consciência e de expressão do pensamento é garantida pela Constituição, sendo garantida a inviolabilidade dessa condição de igualdade. Se todos são iguais, todos podem expressar suas ideias, pensamentos e crenças, desde que os direitos dos outros sejam respeitados. Ao tratar dos direitos e garantias fundamentais, a Constituição diz que “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato” (Art.5º - IV) e que “é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias” (Art.5º - VI). A liberdade de expressão religiosa é decorrente da liberdade de consciência e consiste no direito das pessoas de manifestarem suas crenças ou descrenças. Aqui se incluem adeptos das religiões, do ateísmo e do agnosticismo. Conforme o mesmo artigo “ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política...” (VIII).


Portanto, não negociamos princípios. Somos contra o homossexualismo, não aceitamos a decisão do STF e não aceitamos chamar essas “uniões” de família. Somos fundamentalistas, porque cremos em fundamentos inabaláveis e eternos; somos conservadores sim, pois queremos conservar a célula mãe da sociedade, a família.


Querem nos chamar de radicais? Pois nos chamem, pois nosso compromisso é radical por Aquele que fez tudo por nós e morreu na cruz para pagar nossos pecados. Cremos na restauração do ser humano e continuaremos pregando que a homossexualidade é pecado, que os homossexuais precisam de conversão e que a graça de Deus é capaz de restaurá-los.

Por Gilson Souto Maior Junior, pastor sênior da Igreja Batista do Estoril, professor de Antigo Testamento e Hebraico na Faculdade Teológica Batista de Bauru – Fateo.


Extraído do blog dos Eleitos

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